No Tribunal de Justiça de Goiânia, **o juiz Luciano Borges da Silva determinou que um banco online e duas pessoas reembolsassem um cliente vítima de fraude com um documento bancário falso**. A fraude envolveu uma dívida de R$11,5 mil em um cartão de crédito do banco digital, além de investimentos na empresa que totalizaram cerca de R$13 mil. O cliente alega que o banco utilizou parte desses valores sem sua autorização para quitar a dívida, resultando em cobranças suspeitas posteriormente.

**Mesmo após questionar a instituição financeira online sobre o ocorrido, o cliente foi informado de que a terceira parte envolvida era confiável**. No entanto, ao realizar um pagamento via Pix e perceber que este foi direcionado a uma pessoa física ao invés de uma empresa, ficou claro que havia sido vítima de um golpe. O cliente então processou os envolvidos por fraude e má prestação de serviços bancários.

O veredicto favoreceu o consumidor, ressaltando sua prontidão ao desconfiar da situação. **Os fraudadores expuseram informações sensíveis do cliente em comunicações eletrônicas, evidenciando má conduta no uso desses dados**. Quanto ao débito não autorizado, o magistrado concluiu que não havia provas da autorização do cliente para a transação realizada pelo banco digital, tornando a instituição responsável pelos danos morais e materiais causados ao indivíduo.

**Os advogados Pitágoras Lacerda dos Reis e Izabella Carvalho Machado representaram com êxito o cliente durante todo o processo judicial**. A decisão reforça a importância da proteção dos dados bancários dos consumidores e destaca a responsabilidade das instituições financeiras na segurança das transações realizadas por seus clientes. Este caso serve como alerta para as práticas fraudulentas no ambiente digital, ressaltando a necessidade de vigilância contra golpes financeiros.

O que aconteceuJuiz condenou banco online e duas pessoas por fraude bancária.
Valores envolvidosR$11,5 mil em dívida de cartão de crédito e R$13 mil em investimentos.
Decisão judicialBanco responsável por danos morais e materiais ao cliente lesado.

Com informações do site Banco Central do Brasil

Categorizado em: