Conta de luz tem novo reajuste

A partir de amanhã, os moradores de Brasília terão que arcar com um novo aumento na conta de luz. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou o Ajuste Tarifário Anual, que resultará em uma elevação média de 9,95% para a maioria dos clientes residenciais. Já as indústrias de alta tensão, como as médias e grandes indústrias, terão um aumento de 7,78%.

A notícia não foi bem recebida pelos consumidores, que já enfrentam altos custos com energia elétrica. Clóvis de Carvalho, proprietário do bar Vitamina Central na W3 Sul, expressou sua preocupação com as contas exorbitantes. Mesmo se esforçando para economizar energia, sua última fatura chegou a R$ 4.200. Carvalho ressaltou que esse aumento impacta não só seu negócio, mas também o preço dos alimentos oferecidos aos clientes, o que tem levado ao fechamento de muitos estabelecimentos comerciais na região.

Para tentar reduzir os gastos, Carvalho buscou uma solução sustentável ao se associar a uma empresa de painéis solares, porém, até agora não obteve sucesso. Com o novo ajuste tarifário, sua conta teria um acréscimo de quase R$ 400 mensais, o que inviabiliza a contratação de mais funcionários ou a expansão do estabelecimento.

Outro consumidor afetado pelo aumento é Luiz Fellipe Pereira, um estudante de 19 anos que mora em Ceilândia. Sua conta de energia varia entre R$ 200 e R$ 250 mensalmente para uma família de cinco pessoas. Ele destacou que esse acréscimo será prejudicial, pois já possuem outras contas para pagar, e apenas esse valor poderia fazer diferença nas despesas com água.

Pereira mencionou que sua família adota algumas medidas para economizar energia, como tomar banhos frios e utilizar ventiladores apenas quando necessário. No entanto, ele ressaltou a importância do uso consciente da eletricidade a longo prazo. Bruno Herbert, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação Energética (Abesco), enfatizou a substituição das lâmpadas incandescentes por LED ou fluorescentes, que consomem significativamente menos energia. Além disso, os consumidores também devem ajustar seus aparelhos de ar-condicionado para evitar sobrecargas desnecessárias.

Consumo consciente e busca por alternativas sustentáveis são essenciais

O aumento nos custos da eletricidade afeta diretamente a população, aumentando as dificuldades financeiras tanto para proprietários de estabelecimentos quanto para famílias. Diante desse cenário, é fundamental adotar medidas de consumo consciente e buscar alternativas sustentáveis para lidar com essas despesas crescentes.

Notícia
Um recente anúncio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) causou insatisfação entre os residentes de Brasília. A partir de amanhã, a eletricidade na capital se tornará mais cara devido ao Ajuste Tarifário Anual. Para a maioria dos clientes, o aumento médio será de 9,95%, enquanto para as indústrias de alta tensão, como as médias e grandes indústrias, a variação será de 7,78%.
Essa mudança afetará diretamente o bolso dos consumidores, que já enfrentam altos custos com a energia elétrica. Clóvis de Carvalho, proprietário do bar Vitamina Central na W3 Sul, expressou sua preocupação com o valor excessivo das contas. Apesar de seus esforços para economizar energia, sua fatura chegou a R$ 4.200 da última vez. Carvalho ressaltou que esse aumento não só impacta seu negócio como também o preço dos alimentos oferecidos aos clientes. A dificuldade em lidar com essas despesas tem causado o fechamento de muitos estabelecimentos comerciais na região.
Carvalho tentou adotar uma solução sustentável ao se associar a uma empresa de painéis solares para reduzir os gastos, mas sem sucesso até agora. O novo ajuste tarifário aumentaria sua conta em quase R$ 400 mensais, prejudicando ainda mais suas finanças. Isso impediu Carvalho de contratar mais funcionários ou expandir seu estabelecimento.
Outro consumidor afetado negativamente pelo aumento é Luiz Fellipe Pereira, um estudante de 19 anos que mora em Ceilândia. Sua conta de energia varia entre R$ 200 e R$ 250 mensalmente para uma família de cinco pessoas. Ele destacou que esse acréscimo será prejudicial, pois já possuem outras contas para pagar. Apenas um valor como esse poderia fazer diferença nas despesas com água.
Pereira mencionou que sua família adota algumas medidas para economizar energia, como tomar banhos frios e utilizar ventiladores apenas quando necessário. No entanto, ele ressaltou a importância do uso consciente da eletricidade a longo prazo. Bruno Herbert, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação Energética (Abesco), enfatizou a substituição das lâmpadas incandescentes por LED ou fluorescentes, que consomem significativamente menos energia. Além disso, os consumidores também devem ajustar seus aparelhos de ar-condicionado para evitar sobrecargas desnecessárias.
Fica evidente que o aumento nos custos da eletricidade afeta diretamente a população, aumentando as dificuldades financeiras tanto para proprietários de estabelecimentos quanto para famílias. É fundamental adotar medidas de consumo consciente e buscar alternativas sustentáveis para lidar com essas despesas crescentes.

Com informações do site Correio Braziliense.

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