Consumidor espera conseguir comprar mais com imposto zero na cesta básica

No ano de 2023, muitos consumidores estão optando por reduzir o número de produtos em suas compras mensais para garantir apenas os alimentos essenciais. Desde o início do ano, temos observado um aumento de quase 6% no preço do pão francês e um aumento de cerca de 5,25% nos preços dos iogurtes e outras bebidas lácteas. Porém, uma boa notícia pode estar a caminho.

Caso a reforma fiscal em curso seja aprovada no Senado, com votação programada para terça-feira, dia 7, e seja sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), teremos uma lei complementar determinando quais produtos serão incluídos na cesta básica isenta de impostos. A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) enviou um estudo analisando os itens que consideram mais necessários para essa isenção fiscal.

Essa medida trará benefícios diretos aos consumidores, resultando na redução dos preços e aumentando o poder de compra. Tamara Obeide, estudante de 18 anos, destaca a importância dessa isenção especialmente para os produtos lácteos que são amplamente consumidos.

Cecília Gonçalves, assistente de serviços gerais de 30 anos, menciona que ficaria satisfeita com a redução se ela incluísse frutas e legumes, já que ela tem comprado quantidades menores desses itens para priorizar arroz, feijão e produtos de higiene.

Gaziele Ventura, assistente de 26 anos, enfatiza a necessidade da redução do preço da carne, que está incluso na lista dos 25 produtos elaborada pela Abras. Para ela, a possibilidade de comprar mais coisas se os impostos forem reduzidos é muito atrativa.

Já o aposentado Valdir Vieira, de 61 anos, embora esteja cético em relação à aprovação dessa medida, considera-a extremamente necessária para que seja possível adquirir mais produtos.

Romilso Ferreira é proprietário de um mercado e tem percebido que muitos clientes têm deixado de comprar itens não essenciais para focar apenas nos básicos, como o aumento do preço dos biscoitos.

Denyson do Prado, presidente da Associação Sul Mato Grosso de Supermercados (Amas), afirmou em entrevista ao Campo Grande News que, caso a cesta básica seja aprovada sem impostos, os preços serão reduzidos para os consumidores. Ele ressalta também que a isenção fiscal ainda está sendo discutida e a Abras está atuando no Senado para solicitar a inclusão de vários itens na lista.

A seguir, segue uma lista dos 25 produtos que poderão ser contemplados com essa isenção fiscal: proteínas como carne bovina, frango, porco, peixe e ovos; farinhas e massas como farinha de trigo, farinha de mandioca, farinha de milho, massa e pão francês; produtos lácteos como leite UHT, leite em pó, iogurte, bebida láctea fermentada, queijos e manteiga; cereais e leguminosas… [continuação não fornecida].

Resumo da Notícia
No ano de 2023, muitos consumidores estão optando por reduzir o número de produtos em suas compras mensais para garantir apenas os alimentos essenciais. Desde o início do ano, temos observado um aumento de quase 6% no preço do pão francês e um aumento de cerca de 5,25% nos preços dos iogurtes e outras bebidas lácteas.
Caso a reforma fiscal em curso seja aprovada no Senado, com votação programada para terça-feira, dia 7, e seja sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), teremos uma lei complementar determinando quais produtos serão incluídos na cesta básica isenta de impostos.
A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) enviou um estudo analisando os itens que consideram mais necessários para essa isenção fiscal.
Essa medida trará benefícios diretos aos consumidores, resultando na redução dos preços e aumentando o poder de compra.
A seguir, segue uma lista dos 25 produtos que poderão ser contemplados com essa isenção fiscal: proteínas como carne bovina, frango, porco, peixe e ovos; farinhas e massas como farinha de trigo, farinha de mandioca, farinha de milho, massa e pão francês; produtos lácteos como leite UHT, leite em pó, iogurte, bebida láctea fermentada, queijos e manteiga; cereais e leguminosas… [continuação não fornecida]

Com informações do site Campo Grande News.

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