Polícia equatoriana prende seis suspeitos na morte do candidato à presidência Fernando Villavicencio

O presidente Guillermo Lasso declarou estado de emergência e solicitou a ajuda do FBI para conduzir a investigação. Através da plataforma X, Lasso anunciou o pedido de apoio ao FBI, que prontamente aceitou. Patrulhas militares serão realizadas nas ruas como medida de segurança para as eleições.

Jornalista e candidato à presidência, Fernando Villavicencio, é morto a tiros

Fernando Villavicencio, jornalista e candidato à presidência, foi morto a tiros quando deixava um centro esportivo após um comício. Denúncias de ameaças contra ele e sua equipe já haviam sido feitas durante a semana anterior. Antonio López, diretor da campanha de Villavicencio, propôs o adiamento do debate presidencial argumentando pela necessidade de uma substituição justa e igualdade de condições entre os candidatos.

Líderes internacionais condenam o assassinato e demonstram solidariedade ao Equador

O ataque resultou em nove feridos, incluindo um candidato a deputado e dois policiais. Segundo o jornal El Universo, Villavicencio foi vítima de um assassinato planejado, com três tiros na cabeça. O movimento Construye está solicitando a criação de uma comissão internacional para investigar o crime e evitar a impunidade da narcopolítica.

Líderes internacionais, como Brasil, Estados Unidos, Venezuela, Espanha, Chile, União Europeia, ONU e a missão de observação da OEA, condenaram o assassinato e demonstraram solidariedade ao Equador. O governo brasileiro lamentou a morte de Villavicencio e pediu punição aos responsáveis. O presidente venezuelano Nicolás Maduro relacionou esse tipo de violência ao modelo colombiano de assassinatos políticos. Jake Sullivan, conselheiro de segurança nacional da Casa Branca, descreveu o incidente como um ataque à democracia equatoriana. Josep Borrell, chefe de política externa da UE, afirmou que se trata de um atentado contra as instituições e a democracia do Equador.

No geral, é um momento delicado para o Equador após esse violento ataque contra um candidato presidencial. As investigações estão em andamento e espera-se que os responsáveis sejam levados à justiça. O apoio internacional tem sido crucial nessa fase difícil para garantir transparência e proteção às instituições democráticas do país.

Resumo da Notícia
O presidente Guillermo Lasso atribuiu o ataque ao crime organizado, afirmando que será feita justiça.
A polícia equatoriana informou que seis pessoas detidas por sua participação no assassinato de Fernando Villavicencio são colombianas. Além disso, um suspeito, que foi morto durante um confronto armado, também possuía cidadania colombiana.
O Equador declarou estado de emergência e solicitou a ajuda do FBI para conduzir a investigação. O presidente Lasso anunciou o pedido de apoio ao FBI através da plataforma X (anteriormente conhecida como Twitter).
Fernando Villavicencio era jornalista e um dos oito candidatos à presidência nas eleições equatorianas. Ele foi morto a tiros quando deixava um centro esportivo após um comício.
O ataque resultou em nove feridos, incluindo um candidato a deputado e dois policiais. Villavicencio foi vítima de um assassinato planejado, com três tiros na cabeça.
O movimento Construye está solicitando a criação de uma comissão internacional para investigar o crime e evitar a impunidade da narcopolítica.
Diversos líderes internacionais condenaram o assassinato e demonstraram solidariedade ao Equador.
As investigações estão em andamento e espera-se que os responsáveis sejam levados à justiça.

Com informações do site Polícia Equatoriana, a polícia equatoriana prendeu seis suspeitos relacionados à morte do candidato à presidência.

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